sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Gostar ou não, eis a questão...


...assim se entitulava um artigo, que lemos escrito por Margarida R. Pinto, com algumas citações a Fernando Alvim.

Entre outras coisas, diz assim...

"Como é que se define o amor? Como podemos saber se o que sentimos por esta ou aquela pessoa é mesmo amor e não qualquer outro estado intermédio ou subproduto do sentimento intermédio em questão?

O amor é a água do coração, sentimos que simplesmente não podemos viver sem ele.

O amor é um mistério insondável, mas tem os seus sinais inequívocos e na verdade não existe o amor per si, existem provas de amor. Quem não o mostra é porque não o tem e, se não o tem, não vele a pena tentar fazer omeletas sem ovos.

No amor não há dúvidas quanto à natureza do amor. Podem existir outras, do estilo "ele é adorável mas vou ter de lhe comprar boxers novos porque odeio aqueles slips que ele usa", mas não pomos em causa o amor que sentimos.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente...

Nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante do que nós.
Um dos sinais inequívocos do amor é exactamente essa terceira entidade, o Nós, a consciência de que o Eu e o Outro formam algo que nos diferencia do resto do mundo. E o tempo que temos na nossa vida para Nós.

2 comentários:

Anónimo disse...

Hummm...

Post mt interessante.
Faz-me pensar. A kestão é: e se o "nós" amoroso nos faz eskecer o "nós" social? N falo de ti, claro, nem de mim, mas há exemplos...
Ter um "nós" amoroso é o objectivo de mt gente. Move-os, motiva-os e lava-os a procurar e arriscar. Mas depois, perdem a concentração. Uma vez tendo o sonho cumprido apenas ele interessa, e o resto desaparece da sua vida, ou assume uma importância mt baixa. Vivem apenas para o seu companheiro. E depois, se algo corre mal (e normalmente corre), e se vêm mais sos do que pensam no mundo, ficam perdidos...
N kero meter aki uma nota de pessimismo. Na minha opinião o amor é um belo sentimento, k deve ser vivido ao máximo, mas devemos sempre saber criara nossa barreira. Nós somos esfera isoladas k procuram uma união impossível. e temos de aceitar essa impossibilidade e não eskecer k o "eu" também interessa. Mas não exageremos...

Anónimo disse...

Hehe, há alturas para tudo na vida.
Viver um amor louco e onde só existem duas pessoas, mas as pessoas acabam por descobrir as coisas por elas mesmas, ou não...
Felizmente, acho que eu e a Diana conseguimos achar um equilibrio, entre o eu e o nós. Espero que continue-mos a melhorar!=)
Adoro-te Diana.